autores: Rita Ibérico Nogueira & Fernando Sobralprimeira edição: Novembro de 2008
ISBN:978-989-8184-13-9
Editora: deplanobooks
179 páginas
preço: €19.00

GEORGE - de Washington a Bush A História dos 43 Presidentes Americanos 1789-2008
retirado das capas e contracapas
George é um nome próprio. Mas simboliza, de Washington a Bush, a figura do Presidente americano, algo que desde o século XVIII, o mundo sempre se habituou a admirar ou, mesmo, a reprovar.
A França, e de certa maneira toda a Europa, desde Alexis de Tocqueville, olhou para os EUA para ver como poderia nascer uma democracia que não tivesse anteriores raízes aristocráticas.
Mas os “pais fundadores” dos EUA, quando olharam em busca de um ideal, preferiram deslocar os olhos para Roma no tempo da República. Não para a Roma Imperial, onde todos os grandes líderes que procuraram criar impérios (Carlos Magno, Luís XIV, Napoleão, Hitler) foram buscar o imaginário.
Os “pais fundadores”, ao derrubarem um Rei colonial, queriam fundar uma república. E inspiraram-se em Roma. Por isso temos o Capitólio, ou o Senado.
Mas não seguiram os ensinamentos que daí retirou Maquiavel, para inspirar o príncipe, na forma autocrática, e nos limites da moral, de como deveria governar.
Por isso, em George Washington, descobriram o modelo, que deveria servir de referência muito mais tarde. Aquele que Andrew Jackson definiu um dia como “um homem com coragem faz uma maioria”.
Hannah Arendt sintetizou a simbologia do cargo e do seu poder: “o mais forte e poderoso líder político do mundo é o Presidente dos EUA, que é simultaneamente o mais fraco de todos os líderes políticos”.
A história de cada um dos presidentes dos EUA ajuda-nos a compreender melhor o mundo, desde a independência do país. E, ainda hoje, olhando para o passado, auxilia-nos a perceber o presente
retirado das capas e contracapas
George é um nome próprio. Mas simboliza, de Washington a Bush, a figura do Presidente americano, algo que desde o século XVIII, o mundo sempre se habituou a admirar ou, mesmo, a reprovar.
A França, e de certa maneira toda a Europa, desde Alexis de Tocqueville, olhou para os EUA para ver como poderia nascer uma democracia que não tivesse anteriores raízes aristocráticas.
Mas os “pais fundadores” dos EUA, quando olharam em busca de um ideal, preferiram deslocar os olhos para Roma no tempo da República. Não para a Roma Imperial, onde todos os grandes líderes que procuraram criar impérios (Carlos Magno, Luís XIV, Napoleão, Hitler) foram buscar o imaginário.
Os “pais fundadores”, ao derrubarem um Rei colonial, queriam fundar uma república. E inspiraram-se em Roma. Por isso temos o Capitólio, ou o Senado.
Mas não seguiram os ensinamentos que daí retirou Maquiavel, para inspirar o príncipe, na forma autocrática, e nos limites da moral, de como deveria governar.
Por isso, em George Washington, descobriram o modelo, que deveria servir de referência muito mais tarde. Aquele que Andrew Jackson definiu um dia como “um homem com coragem faz uma maioria”.
Hannah Arendt sintetizou a simbologia do cargo e do seu poder: “o mais forte e poderoso líder político do mundo é o Presidente dos EUA, que é simultaneamente o mais fraco de todos os líderes políticos”.
A história de cada um dos presidentes dos EUA ajuda-nos a compreender melhor o mundo, desde a independência do país. E, ainda hoje, olhando para o passado, auxilia-nos a perceber o presente
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